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Bancos comunitários conquistam credibilidade ao estimular o empreendedorismo na região em que atuam
Cleide Magalhães
Da Redação
Bancos comunitários conquistaram credibilidade ao trabalhar próximo da comunidade e apostar no fomento de negócios da população. Essas instituições existem no Brasil há 14 anos. Na região Norte do País, há três anos eles se expandem e hoje existem dez: Pará (5), Amazonas (3), Acre (1) e Rondônia (1). No Pará, o primeiro da região foi o Banco Comunitário Tupinambá, na praia da Baía do Sol, na ilha de Mosqueiro, onde a moeda social é o moqueio. Além dele, há o Banco Comunitário do Paar, em Ananindeua, tendo a moeda ananin; Banco Comunitário Mirim, em Igarapé-Miri, com moeda açaí; Banco Comunitário Paraíso, em Jacundá, moeda sabiá; e Banco Comunitário Aldeinha, com a moeda mutirão, em Gurupá.
Segundo Marivaldo do Vale, coordenador do Banco Comunitário Tupinambá, que realiza acompanhamento técnico nos bancos no Estado junto ao Instituto Capital Social da Amazônia, cada banco tem sua característica própria, que está relacionada ao local de atuação. O objetivo sempre é promover o desenvolvimento de territórios de baixa renda, por meio do fomento às redes locais de produção e consumo e no apoio às iniciativas de economia solidária em seus diversos âmbitos.
A criação do Banco Tupinambá partiu do interesse da própria comunidade da Baía do Sol, em 2009. A entidade atua por meio do Instituto Tupinambá, gestora formada por moradores da localidade. Para fazer com que a comunidade se desenvolva e melhore a qualidade de vida, o banco atua com empréstimo produtivo, em real; empréstimo de consumo, em moeda social; e correspondente bancário, feito em parceria com o Banco do Brasil, mas que a partir da Semana Santa ampliou seu leque de serviços e firmou também parceria com a Caixa Econômica Federal, que oferece pelo menos 25 operações à comunidade, entre eles, o Bolsa Família.
"Em toda transação feita no Banco Tupinambá, sobram alguns centavos. Quanto mais aumentam as operações, crescem a arrecadação e taxas de sustentabilidade do nosso banco, principalmente com os programas sociais, como o Bolsa Família, já que, além das famílias que residem na Baía do Sol, vamos atender toda a ilha de Mosqueiro, Sucurijuquara, Carananduba, Cajueiro e os ribeirinhos que moram na encosta da praia, que em vez de deixarem a canoa para se deslocar à vila de Mosqueiro, vão vir aqui", explicou Marivaldo.
A forte característica do Tupinambá é democratizar o crédito, fazer com que ele chegue às mãos de um empreendedor individual ou coletivo, que está no ramo há pelo menos seis meses, e que nunca teve acesso a empréstimo produtivo em um banco convencional. Os valores dos empréstimos para qualquer atividade no banco é de R$ 200,00 a R$ 5 mil. Recursos do próprio do banco, com taxas de juros ao mês de até 3%. Com a chegada da Caixa, o valor será até R$ 15 mil, com taxas que não chegam a 1%, atendendo à determinação da Caixa, por meio da linha do Projeto Crescer.
"Giro da moeda faz vendas se concentrarem"
Na Baía do Sol, compra, venda e troca de produtos podem ser em real ou moqueio, já que ambos têm o mesmo valor. O moqueio são notas em papel com imagens da ilha que variam de R$ 0,50 a R$ 10,00. Para circular, é feito seu lastro social em real no próprio banco, onde qualquer pessoa pode trocar. Novas notas são elaboradas este ano com imagens somente da Baía do Sol, mas as outras continuam valendo.
"O giro da moeda faz com que as vendas se concentrem e, no último estágio, o dinheiro volte para o banco, só podendo ser trocado por real o empreendedor cadastrado", explica Marivaldo do Vale, o coordenador do Banco Tupinambá.
A transação com a moeda é uma prática comum em 97 estabelecimentos credenciados pelo banco e identificados por meio de placas que informam "Aceitamos moqueio". Luciano Lima é empreendedor no ramo de armarinho e variedades na Baía do Sol há 16 anos e fala que há nos seus negócios movimentação mensal de cerca de 100 moqueios. "Aqui a circulação é constante e incentivo os clientes a usar a moeda local. Utilizo o moqueio em câmbio interno e faço pagamento de faturas de luz, água e telefone". Ele explica que o moqueio fomenta a economia local "e vejo que a partir do momento em que as pessoas têm o que precisam no mercado interno faz movimentar a moeda e não existe tanto motivo para se deslocar, economizando em transporte".
Segundo Luciano, com passar do tempo, a população vai ter mais confiança e a circulação será maior chegando ao equilíbrio tanto para quem chega na ilha quanto para quem mora lá. Luciano se tornou empreendedor individual há um ano por meio da parceria do Banco Tupinambá com o do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Pará.
Boa capacidade de gestão é fator essencial para iniciativa dar certo
Na opinião de Eduardo Costa, professor da Faculdade de Economia da Universidade Federal do Pará e conselheiro federal, o controle social, isto é, a participação da sociedade nas ações dos bancos comunitários é um dos segredos para que a experiência obtenha sucesso no fortalecimento da economia local, gerando emprego e renda e permitindo a circulação da riqueza.
"Para que os bancos comunitários deem certo é fundamental ainda a boa capacidade de gestão, transparência nas ações estabelecidas na base dos laços de confiança junto à comunidade e a participação social para estimular as compras e vendas na moeda solidária. Mais importante que sua expansão é a aplicação dos recursos em locais onde a economia precisa ser fortalecida como o cooperativismo e associativismo", observa o economista.
A modalidade de Empreendedor Individual foi instituída pela Lei Complementar 128, de 19 de dezembro de 2008, e foi permitida em fevereiro de 2010 para todo o Brasil. Para isso, basta faturar até R$ 60 mil por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado.
Empresário aceita real, mas Moqueio é o dinheiro preferido
Ronaldo Lúcio tem uma loja em que vende acessórios para bicicletas. Ele conta que recebe em real, claro, mas prefere negociar em moqueio. "Aceitamos real e moqueio, mas prefiro o moqueio porque segura a renda na nossa comunidade. Quando comecei, há três anos, era em um ponto alugado, com pequenas ferramentas improvisadas e não tinha ideia como gerenciar".
Ele conta que, com a chegada do Banco Tupinambá, já fez cinco empréstimos e recebeu orientações do Sebrae. "Com isso, os negócios cresceram e hoje conto com margem de lucro mensal de 30%; me sinto seguro, garanto credibilidade dos serviços aos clientes, consegui aumentar a demanda de serviços, contratei dois moradores da própria localidade para trabalhar na loja. Hoje, temos pelo menos 30 itens de bicicleta e bastante trabalho. Quero ampliar os serviços para atender a carros leves e pesados e motos; quero ter uma oficina completa", planeja o empreendedor, que faz parte do Fórum do Empreendedores do Banco Tupinambá.
O Fórum dos Empreendedores dá o tom político ao banco. É aberto à comunidade e se reúne todos os meses para discutir sobre o banco, além de fazer prestação de contas. Outro instrumento de controle social do banco é o Comitê de Aprovação de Crédito Produtivo e de Consumo. | ||||
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Reportagem do Jornal Amazônia.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
INSTITUTO TUPINAMBÁ E CAIXA ECONOMICA
Márcia Duarte e Carol representando a Caixa Econômica , Marivaldo do Vale e Maria Ivoneide do Instituto Tupinambá no treinamento e formalização do convenio,agora o Banco Comunitário Tupinambá é também Caixa Economica,quem ganha como isso é toda a comunidade de Baía do Sol e consequentemente a Ilha de Mosqueiro. É o Instituto Tupinambá cumprindo sua missão de desenvolver a economia local
EIS AS OPERAÇÕES QUE IREMOS FAZER:
Abertura de Contas CAIXA Fácil; Abertura de Conta 001; Abertura de Conta 003; Benefícios da Rede de Proteção Social; Cartão de Credito; Consulta de Saldo; Consignação; Credenciamento de Estabelecimentos – Redecard; Credenciamento de Estabelecimentos – CIELO; Crédito Rotativo PF e PJ; Declaração de Isentos; Depósito; Extrato; Pagamento de FGTS; Pagamento de INSS; Pagamento de Seguro-Desemprego; Pagamento do PIS; Recebimento de Bloquetos de Cobrança CAIXA; Recebimento de Bloquetos de Cobrança de outros bancos; Recebimento de Contas de Concessionárias Conveniadas de Serviços Públicos; Recebimento de Fatura Avulsa de Cartão de Crédito; Recebimento de Prestação Habitacional; Recebimentos de Tributos Municipais/Estaduais, Carnês e Assemelhados e Convênios Exclusivos CAIXA; Restituição de Seguro-Desemprego; Microcrédito Produtivo - Abertura de conta corrente PF e PJ (incluindo para micro-empreendedores individuais) - propostas para cheque especial e cartão de crédito - Propostas para empréstimos consignados, para aposentados e pensionistas do INSS.
EIS AS OPERAÇÕES QUE IREMOS FAZER:
Abertura de Contas CAIXA Fácil; Abertura de Conta 001; Abertura de Conta 003; Benefícios da Rede de Proteção Social; Cartão de Credito; Consulta de Saldo; Consignação; Credenciamento de Estabelecimentos – Redecard; Credenciamento de Estabelecimentos – CIELO; Crédito Rotativo PF e PJ; Declaração de Isentos; Depósito; Extrato; Pagamento de FGTS; Pagamento de INSS; Pagamento de Seguro-Desemprego; Pagamento do PIS; Recebimento de Bloquetos de Cobrança CAIXA; Recebimento de Bloquetos de Cobrança de outros bancos; Recebimento de Contas de Concessionárias Conveniadas de Serviços Públicos; Recebimento de Fatura Avulsa de Cartão de Crédito; Recebimento de Prestação Habitacional; Recebimentos de Tributos Municipais/Estaduais, Carnês e Assemelhados e Convênios Exclusivos CAIXA; Restituição de Seguro-Desemprego; Microcrédito Produtivo - Abertura de conta corrente PF e PJ (incluindo para micro-empreendedores individuais) - propostas para cheque especial e cartão de crédito - Propostas para empréstimos consignados, para aposentados e pensionistas do INSS.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Bancos Comunitários e Moedas sociais geram trabalho e renda para comunidades carentes.
Euro, Real, Libra Dólar, Moqueio… Isso mesmo, há várias outras moedas não oficias que circulam pelo Brasil. O Moqueio é uma moeda social resultado do projeto desenvolvido pelo Banco Comunitário Tupinambá, localizado na comunidade da Baia do Sol na ilha de Mosqueiro, a 70 km de Belém (PA).
No dia 16, foi comemorado o terceiro ano do Banco Comunitário Tupinambá, o primeiro banco comunitário da região Norte. Mas afinal, o que é um Banco comunitário?
Os Bancos Comunitários são resultados de projetos que apoiam economias populares organizadas em forma de cooperativas ou associações geridas pela própria comunidade, tendo como base a cooperação, a solidariedade e auto-gestão, princípios da Economia Solidária. Isso significa que as comunidades se unem para promover o desenvolvimento local.
Estes projetos atendem comunidades carentes em que os moradores são excluídos dos serviços financeiros bancários. Assim a população pode realizar por meio dos Bancos Comunitários serviços como efetuar o pagamento de contas de luz, água e boletos bancários, além de terem acesso a crédito sem juros para o consumo local por meio da Moeda Social Local Circulante, também chamada de Circulante Local.
A moeda social é complementar ao Real e tem sua origem na economia solidária. Como a moeda social é aceita somente pelos comerciantes locais isso faz com que o dinheiro circule dentro da própria comunidade, aumentando o poder de comercialização local, gerando emprego e renda.
O objetivo da moeda circulante é fazer com que parte dessa riqueza seja investida na comunidade local, é por meio da moeda social que há o desenvolvimento da comunidade, sem ela o consumidor compra produtos fora do município fazendo com que o dinheiro não seja investido na localidade.
Saiba Mais
A moeda Moqueio tem lastro em Real, logo, ambas possuem a mesma equivalência, ou seja, 1 Moqueio representa R$ 1.- As moedas sociais circulantes são produzidas com componentes de segurança (papel moeda, marca d’água, código de barra, números serial) para evitar falsificação.
Publicado por Caritas Norte 2
Microcrédito: Caixa Econômica firma convênio com o Banco Tupinambá .
Assinatura do convênio da Caixa Econômica com o Banco Tupinambá
No dia 16 de janeiro de 2009 foi criado o Banco Tupinambá. Nesta segunda-feira, como presente de aniversário o banco firmou convênio com a Caixa Economia Federal para abertura de Microcrédito Produtivo à comunidade da Baia do Sol.
Marcia Duarte, supervisora de Canais da Caixa Econômica, informou que a população local poderá realizar todos os serviços disponíveis pela Caixa Econômica através do Banco Tupinambá e completa, “todos os serviços e produtos que irão servir de fomento, de crescimento para a economia local a Caixa vai disponibilizar”.
De acordo com a supervisora de canais da Caixa Econômica, pelo Banco Tupinambá será realizando também a prestação de serviços sociais do Governo Federal como o pagamento do Bolsa Família, aposentadorias, PIS, por meio do Cartão Cidadão, além de pagamentos de contas, serviço este já realizado pelo Banco Tupinambá. Além desses serviços, Marcia enfatiza que o que irá beneficiar a população local é sem dúvida o serviço de Microcrédito Produtivo.
Ivoneide do Vale, Analista de Crédito do Banco Tupinambá, diz que com o Microcrédito haverá a inclusão da comunidade no sistema financeiro “para que uma pessoa possa ter crédito num banco ela precisa apresentar documentos que muitas vezes não dispõem,” explica Ivoneide.
Com este serviço a comunidade tem a oportunidade de ter acesso ao crédito sem burocracia, pois como o Banco Comunitário conhece a realidade local sabe que pode investir na comunidade. Ivoneide Vale
Estavam presentes no terceiro ano de aniversário do Banco Tupinambá: Airton Lisboa Fernades, diretor da Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção do Estado do Pará, Lindomar Silva, Secretário Executivo da Cáritas Brasileira Regional Norte 2; Luiz Dantas, Coordenador do Fórum Paraense de Economia Solidária; Luciano Cidrak, representante do Instituto do Banco Palmas e Dona Paulinha Priscila Souza Côrrea, representante da Comunidade da Baia do Sol em Mosqueiro.
Saiba Mais
Existem no Brasil 67 Bancos Comunitários, dentre eles 4 estão no Estado do Pará: Banco Comunitário Paraíso localizado no munícipio de Jacundá; Banco Comunitário Aldeinha, em Gurupá; Banco Tupinambá, em Mosqueiro e Banco Comunitário Miri, inaugurado no dia 17 de janeiro de 2012 em Igarapé Miri.
Publicado por Caritas Norte 2
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
No último dia 16, a comunidade de Baia do Sol, em Mosqueiro, Belém do PA comemorou o terceiro aniversário do Banco Comunitário Tupinambá com a participação de representantes municipais e estaduais de outros estados para prestigiar o sucesso da cidade após o funcionamento do Banco Tupinambá, o qual tem por objetivo gerar renda e desenvolvimento econômico a partir da circulação da moeda social “Moqueio”.
O evento ocorrido na Escola Lauro Chaves foi prestigiado pela Prefeitura de Manaus, representada pelo Secretário Municipal do Trabalho, Vital Melo, na companhia da Diretora de Administração e Finanças, Francinete Lima, e da Assessora de Comunicação, Suzy Figueiredo. Também participaram da cerimônia o Coordenador de Projetos de Bancos Comunitários na Região Norte, Gilvan Nascimento; o técnico do Instituto Capital Social da Amazônia e coordenador geral do Banco Tupinambá, Marivaldo Silva; o coordenador do Banco Palmas, Luciano Cidrack; representante do Governo do Estado do Pará, Airton Fernandes; representantes da Caixa Econômica Federal, comunitários e líderes comunitários, empreendedores, e outros.
Na ocasião, os representantes e empreendedores comunitários tiveram a oportunidade de prestar depoimento sobre a representatividade do Banco na comunidade e o que mudou com o uso da moeda social. Em discurso, Vital Melo, representando a Semtrad destacou o apoio do Instituto Capital Social na implementação de Bancos Comunitários na cidade de Manaus e parabenizou o Banco Tupinambá por ser exemplo para os demais Bancos Comunitários.
“Somos o espelho, o reflexo do Banco Comunitário Tupinambá. Em Manaus inauguramos dois Bancos Comunitários com o apoio do Instituto Capital Social. A cidade de Manaus está “engatinhando”… Nossa meta é implementar mais Bancos Comunitários neste ano”, disse Melo.
O Banco Tupinambá foi o primeiro Banco Comunitário inaugurado na região Norte e durante os três anos de existência vêm beneficiando os comunitários da Baia do Sol como é o caso da aposentada, Paulina Correa, que construiu sua casa comprando os materiais com a moeda social Moqueio, além de quitar todas suas dívidas sem abrir mão dos descontos.
“Moqueio me tirou das dívidas. Comprava nos supermercados e os juros eram grandes. Já não estou mais com dívidas. Estou muito feliz. Deixo aqui um recado para os aposentados e pensionistas que estiverem com dívidas: – É só procurar o Mosqueio!”, disse sorrindo a aposentada.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
3º ANIVERSÁRIO DO BANCO TUPINAMBÁ
O BANCO COMUNITÁRIO TUPINAMBÁ ESTARÁ COMPLETANDO NO PRÓXIMO DIA 16 DE JANEIRO DE 2012 3 ANOS DE EXISTENCIA E ESTARÁ COMEMORANDO COM SEUS AMIGOS,CLIENTES,COLABORADORES,PARCEIROS E ALIADOS COM UMA GRANDE RECEPÇÃO.
TODOS ESTÃO CONVIDADOS.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
TUPINAMBÁ E IRMÃS FRANCISCANAS
O Instituto Tupinambá tem como objetivo primordial a difusão e multiplicação das práticas do Banco Tupinambá, desenvolvidas na Baía do Sol, Belém-PA, objetivando facilitar o desenvolvimento econômico e social de comunidades excluídas, capacitando e implementando, no âmbito da sociedade brasileira, instrumentos da Economia Solidária. Busca facilitar o processo de geração e distribuição de trabalho, ocupação e renda para os mais pobres, tendo como estratégia o desenvolvimento local a partir da organização em rede de produtores e consumidores (prossumidores), nesse sentido o banco comunitário Tupinambá que tem como visão proporcionar o desenvolvimento econômico, social e cultural da Baía do Sol, realizou em parceria com as irmãs Catequistas Franciscanas, a concessão de 30 empréstimos produtivos aos empreendedores do Banco.
Para o instituto a parceria com as irmãs Catequistas Franciscanas tem uma importância significativa, pois contribuiu com o aquecimento econômico de nossa comunidade na retomada dos créditos aos empreendedores e colaborou com o trabalho desenvolvido pelo banco Comunitário Tupinambá.
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